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Ministros Serra e Freire vão a Cuba para funerais de Fidel Castro

Eles participarão de cerimônias fúnebres na Praça da Revolução. Ex-presidente cubano morreu no sábado (29) aos 90 anos em Havana.

Os ministros das Relações Exteriores, José Serra, e da Cultura, Roberto Freire, viajaram para Havana, capital de Cuba, a fim de participar das homenagens ao ex-presidente cubano Fidel Castro, morto no último sábado (26), aos 90 anos.
Segundo a agenda oficial de Serra divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, ele participará de cerimônias fúnebres às 19h na Praça da Revolução, ponto de encontro importante da capital cubana.

A morte de Fidel Castro foi divulgada pelo seu irmão Raúl Castro, atual presidente do país, em pronunciamento na TV estatal cubana. "Com profunda dor compareço para informar ao nosso povo, aos amigos da nossa América e do mundo que hoje, 25 de novembro do 2016, às 22h29, faleceu o comandante da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz", disse Raúl Castro.
"Em cumprimento da vontade expressa do companheiro Fidel, seus restos serão cremados nas primeiras horas" deste sábado, prosseguiu o irmão.
Nesta segunda (28) e terça-feira (29), a população da capital cubana pôde render homenagens a Fidel no Memorial Martí. Mas, já nesta terça, as cinzas de Fidel partem para a caravana de quatro dias pelo país. No dia 4 de dezembro, a cerimônia para enterrar as cinzas no cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba, começa às 7h, pela hora local.
Nota oficial
Em nota oficial divulgada no sábado assinada pelo ministro José Serra, o Itamaraty diz que a trajetória do ex-líder cubano resume “os dolorosos conflitos e contradições” de um período na América Latina em que “ideais de desenvolvimento e justiça social nem sempre se conciliaram” com o “respeito aos direitos humanos e à democracia”.
A nota ressalta que Fidel marcou profundamente a política cubana e o cenário internacional e entrará para a história “como uma das lideranças políticas mais emblemáticas do século 20”.
O ministério destaca ainda que não é possível entender a história do continente americano “sem referência a Fidel, suas ideias e ações à frente da revolução cubana e do governo de seu país”.

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